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[Segunda-feira, Agosto 18, 2008]



Casamento na Roça





Pra quem não sabe vou me casar, isso mesmo...
Já estou com data marcada, agora estou nos preparativos.
Aluguel do Salão, decoração, vestido, convidados, e tudo mais.....

Não vai ser facil.... pois a decoração vai ser de Festa Junina....

Tudo que eu mais gosto, com muito doce tipico, muito bolinho caipira, tudo muito colorido....

Estou nervosa e ansiosa... mais no ficanl sempre dá tudo certo.

Beijos......

Sika



por Sika * 8:50 PM
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[Sábado, Agosto 11, 2007]




Na Varanda
O Teatro Mágico


Na varanda
Onde o ar anda depressa
Vai embora na conversa
Nossa pressa de ficar

Na varanda
Onde a flor se arremessa
Onde o vento prega peça
Nos traz festa pelo ar

Na varanda
A criança se debruça
Mãe, menina ainda fuça
Nos cabelos a ninar

Na varanda
Onde a lua se levanta
Nossa rede se balança
Serenata pra acordar

Joga a trança
Busca o chão e não o céu
Qual barquinho de papel
Sonha ir de encontro ao mar

Joga a trança...

E a noite vem
Sendo o descanso do sol
E a ponte vem
Sendo a distancia de quem tá só

Um sol
Com a cabeça na lua
A lua que gira, que gira, que gira...

E a noite....

Um sol
Com a cabeça na lua
A lua que gira, que gira, que gira só.



por Sika * 9:53 PM
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[Terça-feira, Agosto 07, 2007]





Retirado do site: http://www.faac.unesp.br


Senhoras e senhores! Respeitável público, o Livrevista tem o prazer de apresentar: O Teatro Mágico!


Gabriel P. Ruiz
gabrielpruiz@yahoo.com.br


www.oteatromagico.mus.br

Um dos momentos da apresentação, na qual a música cede espaço às performances circense-teatrais

O Teatro Mágico é um grupo ou uma trupe, como preferem ser chamados, que mistura música, poesia, teatro, circo, cores e uma porção de coisas. A trupe é enorme. São 8 músicos entre dj e violinista, passando pelos instrumentos tradicionais de baixo e bateria, além das performances circenses feitas por outros integrantes. Tudo isso junto. Há um momento no espetáculo em que nos perdemos, não sabemos se olhamos para a banda no palco, ou para Gabi Veiga literalmente voando sobre nossas cabeças. As canções do Teatro mágico - quase todas de autoria de Fernando Anitelli, músico e idealizador do grupo - falam das situações do cotidiano, das impressões sobre o dia-a-dia, do olhar da gente sobre o outro e sobre o mundo.

Quatro horas da tarde. Lá estamos eu e a amiga Marjorie Ribeiro. Ansiosos, aguardamos o contato com Fernando Anitelli e sua trupe.
- Olá, você é o Fernando? – pergunto eu ainda perdido por não saber quem é quem, quando Edu se aproxima.
-Não, sou o Edu, baterista do Teatro Mágico. Vocês vão fazer a entrevista é isso? – apresenta–se o rapaz, simpático e sem maquiagem, observado os gravadores e cadernetas em nossas mãos.
-Isso! – respondemos em coro.
Podemos começar então. Esse aqui é o Louis, diz o Edu mostrando um cara grande maquiado, com um nariz vermelho maior ainda e sapatos com os bicos enormes, típicos de palhaço. E eis que começamos...

Para começar por que o palhaço como representante do projeto?
Louis: eu posso falar que já fazia um trabalho de teatro antes do Teatro Mágico, teatro amador, de rua, enfim. E também já trabalhava com a idéia do clown, que é o personagem mais completo nessa disposição de querer fazer tudo, querer estar participando de tudo, como por exemplo, chega com um monociclo e fala: “alguém aí sabe andar de monociclo?” O primeiro que vai levantar a mão vai ser o palhaço, mesmo não sabendo, ele vai cair, vai enfiar o narigão no chão, mas sempre disposto. E a idéia do clown é que cada um tem seu clown. Normalmente quando fazemos uma oficina de clown, vc traz o seu clown que é a sua melhor e pior partes. E encarar dentro desse personagem, usando uma maquiagem ou não, um nariz que seja, o simbolismo do clown está no nariz.

Como é o seu clown?
Louis: O meu Clown já compararam com o Pateta, com Chaves, com Deus e o mundo. Até pelo fato de ter um nariz gigante, um chapéu, todo um trejeito peculiar de dançar de andar no palco, de gesticular.

E vocês fazem alguma coisa paralela ao Teatro Mágico?
Edu: alguns se dedicam cem por cento e outros não. No meu caso trabalho cem por cento com música, acompanho uma dupla sertaneja, então estou envolvido com música, tenho uma gravadora, estou gravando o disco do Trevisan (guitarrista), o trabalho dele. Então graças a Deus estou conseguindo me dedicar totalmente a música, seja na minha lojinha vendendo instrumentos e artigos musicais, seja com Teatro Mágico, seja produzindo, seja sertanejo. Então pra mim eu consegui tornar minha vida acessível dentro da música, o que pessoalmente é uma satisfação enorme.

Você comentou sobre o novo cd, tem previsão, como ele será?
Edu: depois do segundo semestre, setembro, outubro [de 2006], talvez ele deve estar saindo. Várias das músicas já são tocadas nos shows e até pela questão da independência a gente foi compondo, foi montando o segundo disco em show, pra depois gravar, questão de grana e tal. Ele está em fase de produção, está com quase todo o esboço pronto.

Todas as músicas do segundo cd também são do Fernando?
Edu: Então no primeiro cd tem uma ou duas músicas que é do Fernando com o Danilo que é o antigo baixista que tocava com ele antes do Teatro Mágico, que é “o prato do dia”. Agora no segundo, vai estar saindo músicas do Fernando com a Maíra Viana (amiga do Fernando que acabou se tornando produtora da banda), do Fernando com o Trevisan.

Mais ou menos nessa hora, estávamos no ginásio onde a apresentação ocorreria quando começaram a chamar pelo microfone todos os integrantes do Teatro Mágico para a passagem do som.
Maíra! Será que tem como a gente falar rapidamente com o Fernando?

Tem sim, claro, só esperar ele voltar. – responde solícita a co-autora de algumas canções da trupe. Finalmente Anitelli aparece. Entretanto, o bate papo rola do lado de fora do Ginásio, mas especificamente na área de convivência do Sesc, tipo uma praça de alimentação dos shoppings rodeada de mesinhas. E é numa dessas que Anitelli – de maquiagem, chapeuzinho característico e figurino circense - nos atende, mas não antes de se apresentar, perguntar o nome de cada um e de eu dizer que é uma grande honra recebê-los na cidade...


O que é de fato esse projeto do Teatro Mágico?
Fernando: é um trabalho independente cada vez mais acessível, de uma trupe que veio do mundo mágico de Oz... de Osasco! Fazer com que este trabalho seja uma coisa estável é muito complicado porque a gente não tem apoio de ninguém. E estamos levantando a bandeira da independência, indo aos trancos e barrancos. A apresentação de hoje aqui (25/05/06; Bauru-SP) é um marco pra nós, porque agora que estamos começando a se apresentar no interior de São Paulo. Saímos apenas uma vez de Sampa para tocar em Curitiba e existem várias comunidades no orkut do Brasil inteiro, Minas, Paraíba, Rio Grande do Sul, que tratam sobre o Teatro Mágico só que a gente nunca foi pra nenhum desses lugares. E é muito legal saber que existem pessoas de lugares distantes que enxergam uma coisa comum com nosso trabalho. Porque o que a gente faz nada mais é trabalhar com a cultura, misturar teatro, circo, música brasileira, rock, tudo isso com influência em sarais, festas populares, festas de rua. Eu conheci a grande maioria das pessoas ou na rua perto de casa ou nos sarais freqüentando-os. Sempre gostei de misturar poesia com qualquer coisa que não fosse capaz de ser dialogável. A gente tem influência de Mutantes, Secos e Molhados, Antônio Nóbrega, Cordel, Tom Zé e outras coisas.

Como ser formou a trupe?
Fernando: Quando foi gravado o CD não era essa trupe ainda. Eu gravei o cd e fui convidando amigos, entre eles o pessoal do Cordel, do Pavilhão 9, Simone Soul do Funk Como Lê Gusta. E uma vez que o cd estava pronto, ele foi tratado como uma peça de teatro. Tem algumas ambiências nele, tem umas texturas que a gente gravou. E todas as músicas são linkadas umas as outras. A música não tem fim, as músicas se transformam. E a segunda parte do projeto era tornar isso acessivo ao vivo. Foi aí que eu convidei outros amigos, alguns que gravaram o cd e outros que poderiam nos acompanhar vestindo a camisa, fazendo as apresentações ao vivo pra poder tornar esse trabalho uma coisa capaz, sair de Osasco. E a gente buscava nas pessoas cem por cento de disposição e entender qual era a idéia do projeto, de não ter palco e platéia, mas que durante duas horas as pessoas possam encontrar um comum, uma semelhança entre elas ali. Era com essa disposição, com esse espírito que a gente queria montar a trupe. Começamos a fazer oficinas, a ler textos sobre as músicas, a ler alguns textos do Hermann Hesse, que foi de onde eu me inspirei pra dar nome ao cd, à trupe. O Teatro Mágico – entrada para raros é uma passagem de um livro dele chamado O Lobo da Estepe e em função disso a gente começou a se encontrar cada vez mais e a trupe foi se tornando uma célula criativa. É sempre com a idéia de somar, nunca com a idéia de show. Eu falo que o Teatro Mágico não é um show, é uma desculpa esfarrapada pra uma porção de gente rara se encontrar e fazer daquele espaço algo digno de ser compartilhado. Até porque todo mundo é raro, se você pensar só existe um de cada um de nós, consequentemente, já estamos em extinção.


Em relação ao lema de vocês, “os opostos se distraem, os dispostos se atraem”, queria que comentasse.
Fernando: Essa idéia justamente porque a gente sente que se não tivermos coragem pra quebrar os ditados populares, encarar o teatro mágico que é o nosso dia-a-dia, a gente muitas vezes fica encaixado dentro de um contexto que nem mesmo a gente sabe qual é. Então, essa frase pra mim resume toda a idéia do que é o Teatro Mágico.


Sobre cena independente, vocês já foram flertados por alguma gravadora?
Fernando: algumas gravadoras já ficaram interessadas em trabalhar conosco e o que dissemos é que buscamos uma distribuição, queremos ter liberdade para opinar na nossa própria obra e saber por quanto ela vai ser vendida e a relação dela com nosso público. Hoje nosso CD, que tem 19 faixas é vendido a 5 reias. Uma multinacional pega um artista de expressão, trabalha ele e vende o trabalho dele por 40 reais e nem 1 real vai pra esse artista. Nós somos completamente contra isso. Colocamos todas as músicas do CD pra serem baixadas no nosso site. Nós incentivamos as pessoas que não tiverem dinheiro a piratear nosso trabalho e distribuir cópias mesmo. O que a gente quer é que contra burguês baixe mp3.

E Fernando é você que compõe a maioria das músicas, como é isso de pegar uma crônica ou um fato e transformar em música?
Fernando: qualquer coisa pode virar música! Por exemplo: (e ele começa a cantarolar) Na hora de tomar café, é café...enfim. Você pode fazer música pra café, pra chiclete, pra sandália. Isso acontece porque você pode se inspirar em qualquer coisa, em uma palavra errada que você falou, pode servir de inspiração uma situação triste, uma conquista. A questão é que a música do chiclete tem um porquê de ela estar ali. O problema é quando o artista confunde a obra com o comercial de chiclete e passa a fazer as coisas completamente pasteurizadas. Você pensa, peraí: essa música esse cara já não compôs em dois discos atrás, esse cara já não escreveu isso uma vez? A questão de arriscar naquilo que você faz, de ousar no seu trabalho é uma coisa atrelado ao artista. Você não pode, ah isso aqui deu certo, vou usar sempre essa fórmula, isso não existe né! Senão o que seriam das inovações de Tom Zé, Lenini, Chico Science, Chico César, Chicos em geral, enfim. Essas referências todas nos ajudam pra gente acreditar que tudo aquilo que a gente ta fazendo faz sentido.

Pra finalizar, uma rapidinha com o Fernando...
Cultura – necessária
Arte – alimento diário
PT – estamos juntos, voto no Lula de novo
Palhaço – meu sonho de criança
Um livro – o lobo da estepe do Hermann Hesse
Uma banda – que trata da música como verdade
Sexo – quase todo dia, quase toda segunda, quase toda terça...•



por Sika * 4:28 PM
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Durante anos, desde que o homem começou a se reunir em grupos chamados sociedades, sempre houve entre eles o palhaço, pintado ou não ele sempre esteve lá. O bobo da corte por exemplo, era tão esperto, que se fazia de bobo para poder contar os pecados e atrevimentos das pessoas para serem degoladas por ordem do rei, enquanto ele nada sofreria, pois ele era só um "bobo". Os palhaços causavam um espanto, que acabava virando algo gozado, de humor. No cinema, tivemos, "Carlitos", "O gordo e o magro" e muitos outros. Chegamos a um tempo em que os palhaços estão procurando novos lugares, novos desafios, basta haver pessoas reunidas, para ali haver um palhaço.


Texto retirado do filme-documentário "Drs. da Alegria"



por Sika * 4:10 PM
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[Segunda-feira, Julho 23, 2007]






“Os “abraços grátis” são uma história controversa da vida real de Juan Mann. A sua missão era libertar-se da rotina quotidiana e e abraçar um desconhecido. Nesta idade do anti-social e de falta de contacto humano, os efeitos da campanha “Abraços Grátis” tornaram-se fenomenal. E porque este símbolo da esperança humana espalhou toda a cidade, os polícias e os oficiais requisitaram a campanha “Abraços Grátis” PROIBIDA. Fazer campanha no espírito dos “braços Grátis”, é PASSAR ISTO A UM AMIGO e ABRAÇAR UM DESCONHECIDO! Mesmo que possas abraçar só uma pessoa…”


www.freehugscampaign.org



por Sika * 5:08 PM
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[Domingo, Abril 15, 2007]


Easy Silence (Tradução)
Dixie Chicks
Composição: Dixie Chicks




Silêncio Tranquilo



Quando as chamadas e conversas
Acidentes e ameaças
Mensagens e mal entendidos
paralizam minha mente

Onibus, carros e aviões partindo
Cortinas de fumaça
Quando todos estãos fugindo
Eu venho encontrar refúgio no

silencio tranquilo que você faz para mim
Está tudo bem quando não há mais o que dizer
E na paz que você cria para mim
e o modo como você segura o mundo para mim
Como você segura o mundo para mim

Oficiais nas barreiras estão nos avisando para nos retratar
Eles formam assembléias para tentar encontrar
A próxima pessoa que eles vão cruxificar

O ódio toca em todas as rádios
e as respostas somente causam mais perguntas
Eu preciso de alguma coisa na qual acreditar
E respirar no santuário no

Crianças perdem sua juventude cedo demais
Assistir a guerra nos torna imunes
Eu tenho o mundo inteiro para perder
Eu apenas quero me apegar ao



por Sika * 10:47 AM
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[Sexta-feira, Março 23, 2007]


No ultimo dia 21 foi um dia muito especial.. não tive tempo de postar mais está aqui..... pra quem não sabe eu quero ter um filho especial..... e minha amigona a Livia que me disse que dia 21 era o dia internacional da Sindrome de Down. e eles merecem todo o carinho do mundo.....





Dia Internacional da Síndrome de Down (21/03)




Hoje, 21 de março, é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem.


Síndrome de Down
A síndrome de Down não é um defeito nem uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil acontece em 1 a cada 700 nascimentos e está presente em todas as raças. Por motivos ainda esconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.


O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.



Retirado do site: http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=9898&canal=ligado



por Sika * 10:05 AM
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[Sexta-feira, Março 02, 2007]



Coisas de mulher...

Está chegando um grande dia, já estou adiantando porque não sei se vai dar tempo de postar depois, estou numa correria, trabalho, noivado, amigos, COMEVALP...
Meu Aniversário chegando, estou ficando velha... um pouco adulta, só um pouco, e muita responsabilidade...

Vou indo, e deixo um texto...

MULHER






MULHER. [Do lat. Muliere.] S.f. 1. O ser humano do sexo feminino capaz de conceber, e que se distingue do homem por essa característica. 2. Psicóloga que atua na família. 3. Professora particular.4. Enfermeira sempre de plantão. 5. Profissional competente. 6. Consultora sentimental dos filhos e amigos. 7. Nutricionista pós-graduada pela faculdade dos exigentes. 8. Bela pela própria natureza. 9. Acima de tudo Mulher.
8 de Março - Dia Internacional da Mulher.



por Sika * 11:13 AM
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[Quinta-feira, Março 01, 2007]



"A IDADE DE SER FELIZ"






Existe somente uma idade para a gente ser feliz.

Somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos e ter
energia bastante para realizá-los, a despeito
de todas as dificuldade e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar
com a vida e viver apaixonadamente e
desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e
recriar a vida à nossa própria imagem e
semelhança e vestir-se com todas as cores e
experimentar todos os sabores.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo
desafio é mais um convite à luta que a gente
enfrenta com toda disposição de tentar algo novo,
de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE,

também conhecida como AGORA
ou e tem a duração do instante que passa...



por Sika * 11:14 AM
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[Sábado, Fevereiro 24, 2007]


Ola pessoal...
blog de cara nova.. espero que gostem....
Muitas novidades.... e muito trabalho...
bjus pessoal....



por Sika * 11:39 AM
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